Um recesso

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 by AlphaMale
Meio forçado confesso. Mas necessário.
Fiquei uns bons dias sem sequer abrir o blog e cada vez que fazia isso me deparava com meia milha de textos começados sem nem idéia de terminá-los.
Sei lá, a coisa ficou mega auto-biográfica e isso me entediava.
Prefiro só aplicar minha visão sobre as coisas do que incluir elas no meu mundo e depois falar disso.
Não tava dando mais.
Acho que logo logo, assim que um assunto realmente necessitar dos meus comentários... eu volto.

Hope so.
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Foi

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 by AlphaMale
Um daqueles sonhos felizes que te fazem acordar triste.
Acordei com um sorriso tão largo querendo abraçar minha realidade passada que ao sentir meu braço no vazio da cama, só me sobrou uma lágrima.
Talvez ali fosse o que me faltou sempre.
Acho que ninguem melhor traduz isso.
Eu que nunca amei, ali tive o amor. Eu que não percebi, que era eu. Eu que não quero mais amar.
Eu que ainda amo. Mas de tanto negar consegui não perceber nem ligar, já que fiz um sentimento se transformar em motivo pra ter medo.
Não adianta, vou estar pra sempre ligado à esse amor que é real, que foi bonito que foi forte que ainda existe....
Mas que não se realiza em nenhum mundo além dos meus sonhos.
Que me sobra?
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Em Demasia

segunda-feira, 30 de novembro de 2009 by AlphaMale
Oi.
Eu sou um intruso.
Sou abstruso e sei que isso é um abuso mas, não vou demorar.
Se eu te distraio enquanto te uso, você nem vai notar.
Espero que não se importe, que eu me comporte e finja acreditar.
Vou usufruir, te fazer ruir e te destruir com todo o prazer.
Se faz de conta, satisfaz, dá conta de mim. Desfaz desmonta e afronta só pra provocar.
Se não falar posso enlouquecer.
Ou explodo ou explico.

Minha inocencia foi ter acreditado na inocencia dos outros.
Se eu fosse breve, seria tedioso.
Sou cético, fixo.
Objetivo, prolixo.
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Intens(a)idade

sábado, 7 de novembro de 2009 by AlphaMale
Eu sou, aquela placa de PARE ali na esquina, te dizendo pra seguir.
Desculpe minha ignorância. Minha arrogância é sinal de emergência.
Minha prepotência é um mar de temperânça.
Minha indignação é sinal de dignidade.
Não vou me meter. Com coisas fúteis, palavras inúteis nem com idéias bastardas.
Gosto de frases com autor, de beijos sem amor, de dores de cabeça e copos meio cheios.
Sou dos medos mais estranhos, das perdas e dos ganhos sem recomeço sem recompensa.
Entre o estar e o ser eu prefiro o tornar-se.
Esses verbos, tantos. Todos assim conjugados.
Uns correm por pressa. Outros por prazer.
Uns correm de carro, outros de tênis.
Uns correm pros braços, outros pros abraços.
Moro naquela ilha cercada do mar de confusão. Nas imediações de lugar nenhum e como qualquer um estou sozinho e cercado de tanto "eu" que me perco nas idéias de todo mundo.
Eu sou uma chuva de balas perdidas.
Um vicio antigo que voltou.
Uma doença nova que você não tem.

Nem eu sei, nem você.
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Impossibilidade

quinta-feira, 5 de novembro de 2009 by AlphaMale
Não conseguia descrever, nem circulos perfeitos nem amores perfeitos.
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